Resultados e mecanismos
PIB, inflação, emprego e renda respondem a decisões do governo, mas também ao Banco Central, Congresso, empresas, câmbio, commodities, clima, demografia e choques internacionais. Correlação temporal não é apresentada como prova de causalidade.
PIB em 2025
Crescimento real frente a 2024; PIB total de R$ 12,7 trilhões.
IPCA em 2025
Abaixo dos 4,83% de 2024.
Desocupação em 2025
Menor taxa anual da série da PNAD Contínua.
PIB e bem-estar
O PIB cresceu 2,3% em 2025 e chegou a R$ 12,7 trilhões. O PIB per capita foi R$ 59.687,49, alta real de 1,9%. A taxa de investimento ficou em 16,8% do PIB, praticamente estável frente aos 16,9% de 2024.
PIB total mede produção. Para avaliar condições de vida também são relevantes PIB per capita, renda das famílias, pobreza, emprego, distribuição de renda e serviços públicos.
Inflação recente
| Ano | IPCA | Observação |
|---|---|---|
| 2021 | 10,06% | Inflação de dois dígitos. |
| 2022 | 5,79% | Desaceleração frente a 2021. |
| 2023 | 4,62% | Queda frente a 2022. |
| 2024 | 4,83% | Alta pequena; Alimentação e bebidas subiu 7,69%. |
| 2025 | 4,26% | Nova desaceleração; energia elétrica pressionou Habitação. |
Inflação não é controlada por um único ator
A inflação depende de política monetária do Banco Central, política fiscal, câmbio, oferta de energia, alimentos, preços internacionais, expectativas e choques climáticos. O governo federal influencia parte desses canais, mas não os controla sozinho.
Ciclos históricos
O PIB cresceu 7,5% em 2010, favorecido também pela baixa base de 2009 após a crise global. Em 2015 e 2016 caiu 3,5% e 3,3%, respectivamente. Períodos sob a mesma legenda partidária podem apresentar fases macroeconômicas muito diferentes.
Mercado de trabalho em 2025
A desocupação anual foi 5,6%, o rendimento real habitual chegou a R$ 3.560 e a massa de rendimentos atingiu recorde da série. Ao mesmo tempo, a informalidade era 38,1%.
Indicadores relevantes
- PIB real e PIB per capita;
- IPCA geral e grupos que mais pressionam famílias;
- desemprego, subutilização e informalidade;
- renda real e massa de rendimentos;
- investimento e produtividade;
- dívida e resultado fiscal, com definição do conceito;
- juros reais e nominais, distinguindo política monetária de política fiscal.