Brasil social

Habitação

Moradia é analisada por estágio da unidade, localização, infraestrutura, acesso a trabalho e serviços, qualidade construtiva e sustentabilidade financeira.

Última revisão editorial: 30 de agosto de 2026.

Minha Casa, Minha Vida: escala histórica

2009

Lançamento

O programa começou no segundo governo federal do período 2007–2010.

4,5 mi

Contratadas até 2016

Total histórico informado pelo Ministério das Cidades para 2009–2016.

3,2 mi

Entregues até 2016

Unidades entregues até 31 de dezembro de 2016.

Retomada recente

Em 2026, fontes oficiais informaram que o novo Minha Casa, Minha Vida havia superado 2 milhões de moradias contratadas desde a retomada em 2023. O Ministério das Cidades mantém bases abertas para conferência de empreendimentos e unidades subsidiadas e financiadas.

Correção de auditoria

Uma tabela anual de 2023–2025 foi retirada em 28/08/2026 porque a apresentação oficial usada como fonte passou a exigir autenticação. A série detalhada só deve retornar quando houver fonte oficial aberta e estável.

Contratada ≠ entregue

Selecionada, contratada, em obra e entregue são estágios diferentes. As contagens não são somadas como se representassem a mesma situação.

Quantidade não resume política urbana

Moradia adequada também depende de localização, transporte, saneamento, escolas, postos de saúde, segurança, qualidade construtiva e custo mensal compatível com a renda. Reduzir déficit quantitativo não resolve sozinho integração urbana.

Bases abertas

O Ministério das Cidades mantém bases trimestrais com empreendimentos, unidades subsidiadas e financiadas. Essas bases permitem análises por município, faixa de renda e estágio de obra.

Indicadores complementares

  • atendimento a famílias de menor renda;
  • localização e segregação periférica;
  • integração com saneamento e mobilidade;
  • obras paralisadas e atrasos;
  • qualidade e satisfação dos moradores;
  • déficit habitacional e ônus excessivo com aluguel.

Fontes principais