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Capítulo 10 · Brasil, 1964–1985

A IASD durante a ditadura: proximidade, acomodação e silêncio institucional

A documentação disponível não autoriza dizer que “todos os adventistas apoiaram a ditadura”. Pesquisas sobre veículos e instituições, porém, apontam proximidade com autoridades e ausência de enfrentamento público em fontes estudadas.

Ditadura civil-militarRevista AdventistaPesquisa acadêmica brasileira

“IASD”, “liderança adventista”, “Revista Adventista” e “membros adventistas” não são sinônimos. Uma análise responsável distingue cada nível.

1964 e as instituições religiosas

O regime iniciado em 1964 restringiu direitos e perseguiu opositores. Igrejas brasileiras reagiram de formas diferentes, incluindo apoio, silêncio, acomodação, colaboração e resistência.

Um decreto de 1964

Em 29 de outubro de 1964, um decreto declarou de utilidade pública uma entidade adventista. O processo administrativo havia começado antes do golpe.

A Revista Adventista

Uma dissertação da UFAL sobre 1972–1978 identificou convergências entre civismo, discursos religiosos e a Ideologia de Segurança Nacional, além de proximidade de líderes denominacionais com autoridades.

Qual formulação é mais fiel?

Com o material analisado, a formulação mais defensável é que setores e veículos institucionais demonstraram acomodação, cooperação e proximidade com autoridades; não se destaca nas fontes estudadas uma postura institucional pública de enfrentamento à ditadura.

Fontes

  1. UFAL — Revista Adventista e ditadura, 1972–1978
  2. Planalto — Decreto nº 54.643/1964
  3. ABHR — IASD em Pernambuco durante o regime

Projeto editorial independente. Não é uma página oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Revisão editorial: 28 de agosto de 2026.